Como senão bastasse passar a infância inteira na escola sendo "zoanda" pelos colegas, quando me vi na adolescencia sofria com o mesmo preconceito só que desta vez me via muito pior, na minha infância quando chamada de gorda ou por apelidos eu fica nervosa, gritava e esbravejava mas depois de alguns minutos tudo aquilo era esquecido, na minha adolescencia não! A partir dos 11 anos comecei a perceber que no fundo cada apelido me machucava e muito, cheguei aos meus 15 anos com a alto estima lá embaixo, houvia todos os dias de familiares, amigos e até mesmo desconhecidos que "você é linda só precisa emagrecer" não era o que eu espera ouvir de todos eles. Aquilo cada dia me corroía mais, sair com as amigas e todas no final da noite ter um "paquera" menos você, aquela gordinha desajustada que ninguem quer chegar perto. Isso atrapalhou e muito em meus relacionamentos, sempre chegava em casa anoite depois de uma "voltinha com as amigaas" pior ainda, chorava e me perguntava porque eu? e saibam que até hoje me faço a mesma pergunta. Muita coisa mudou, quanto conheci aquele que me fez percebe que poderia ser especial, podia ser que não fosse tudo isso para ele, mas depois de tanto tempo se sentindo pra baixo e sozinha ele se trasnformou em tudo pra mim, cega de amor não conseguia enxergar defeitos apenas qualidades, um namoro conturbado que meus pais não aceitavam mais que eu ensisti em realizar, depois de varios meses de luta consegui quem toda minha familia o aceita-se, eu o idolatravá não sei se por ele ter me tirado daquele "mundinho" no qual eu vivia antes de conhece-lo ou por que eu apenas me apaixonei. A duas semanas apenas, resolvi que chega, coloquei um fim em nosso relacionamente de 4 anos, uma vida, mais do que muitos casamentos durariam, não posso dizer que e facil pois não é ainda mais quando ainda se ama a pessoa pela qual você optou em abandonar, mais sei que para seguir em frente era preciso deixa-lo para traz.

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